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Civita avisa “Veja não estará no papel em 40 anos” Putz! Mais 40?

Na semana que “comemora” os 40 anos da revista Veja, infelizmente parte deles dedidacos ao mau jornalismo, o presidente da Abril, Roberto Civita, disse que a revista não estará no papel daqui 40 anos.

Dois pontos: 

Sim, todo munda sabe disso, o que interessa é saber onde. O fundador da revista foi para o lado mais presumível: “Vai estar na “edição online”. Online “seu” Civita? Daqui 40 anos?

Ponto dois. Ela vai existir até lá? Nossa, o Brasil não vai mudar muito então…

Em tempo. A revista não presta para muita coisa, mas o site feito pelo pessoal da TV1 é muito bom. Diferente do comum da web.

Dá uma olhada no site de comemoração da Veja 40 anos www.veja40anos.com.br

RSF convoca manifestação para o dia da abertura dos Jogos Olímpicos

Do Comunique-se

Em resposta às restrições impostas pelo governo chinês a jornalistas, ativistas pelos direitos humanos, tibetanos e uigurs (turcos chineses), a organização Repórteres Sem Fronteiras está organizando manifestações nas embaixadas da China em Londres, Madri, Berlim, Paris, Washington, Bruxelas, Montreal, Roma e Estocolmo.

O início dos protestos está marcado para o dia 08/08, data de início dos Jogos Olímpicos. A RSF também está organizando uma manifestação na internet.

“Essas demonstrações pacíficas vão servir de resposta ao cinismo daqueles que vão se sentar com seus braços cruzados dentro do estádio de Pequim”, diz o comunicado.

Censura à internet na China está parcialmente suspensa

Os chineses correram para concluir as obras para as Olimpíadas antes do previsto. Mas da série de acordos que o país deveria seguir faltou cumprir as condições do meio ambiente e de liberdade de expressão. A fumaça despejada até o último minuto agora força as obras chinesas a esperarem o final das competições. A liberdade de imprensa foi esquecida e só agora são liberados alguns sites,só para a imprensa, que invade a China para cobrir um dos maiores eventos do mundo, que iniciam no dia 8 desse mês. Como disse Giselle Davies, uma porta voz do Comitê Olímpico Internacional (COI) “já é algo positivo”. Quem conhece um pouco do modelo chinês de negociação, nada muito diferente do comum.

Matéria publicada no site da Revista Veja em 1º de agosto

Com agência France-Presse

A China suspendeu nesta sexta-feira a censura sobre várias páginas da internet, mas manteve o bloqueio a diversas outras no principal centro de imprensa montado para a cobertura jornalística dos Jogos Olímpicos de Pequim, neste mês.

Um repórter da agência France-Presse constatou que as páginas da Anistia Internacional e da Repórteres sem Fronteiras estavam acessíveis, enquanto que as da BBC em chinês, de dissidentes e pró-tibetanos não podiam ser consultadas.

“Já é algo positivo”, disse Giselle Davies, uma porta-voz do Comitê Olímpico Internacional (COI). Em um comunicado, o COI diz ter pedido ao comitê organizador dos Jogos que limitasse a censura à internet para a imprensa credenciada.

“A questão havia sido posta sobre a mesa e o COI pediu que o anfitrião dos Jogos respondesse”, afirma o texto. O porta-voz do comitê organizador do evento, Sun Weide, prometeu novamente um acesso “suficiente e aceitável” à imprensa.

Sun afirmou, contudo, que não podia dizer se outras páginas da internet seriam liberadas. A China havia reafirmado na quinta-feira que não voltaria atrás sobre o controle da internet durante os Jogos, apesar da polêmica suscitada por esse anúncio.

Nesta sexta, o presidente chinês Hu Jintao pediu uma cobertura “objetiva” dos Jogos, apelando aos jornalistas para que respeitem as leis. “Seguiremos disponibilizando estruturas e meios para que os jornalistas estrangeiros possam trabalhar.”

Hu Jintao pede que Jogos ‘não sejam politizados’

Material publicado no site da AFP

O presidente chinês, Hu Jintao, pediu nesta sexta-feira, em uma inabitual entrevista concedida à imprensa estrangeira, que os Jogos Olímpicos “não sejam politizados” porque seria contrário ao espírito olímpico e defendeu uma cobertura “objetiva”.

“É inevitável que os povos de diferentes países e regiões do mundo tenham percepções que não sejam as mesmas sobre diferentes temas”, declarou. “Não creio que politizar os Jogos Olímpicos ajude a dar uma resposta a isso”.

“É contrário ao espírito olímpico e às aspirações compartilhadas por todo o mundo”, acrescentou.

Em plena polêmica em torno da censura chinesa imposta aos jornalistas credenciados nos Jogos Olímpicos para o uso da internet, Hu Jintao instou os jornalistas a respeitar o direito chinês e a “realizar reportagens objetivas”.

“Seguiremos disponibilizando estruturas e meios para que os jornalistas estrangeiros possam trabalhar”, indicou o presidente durante esse encontro com mais de 20 meios de comunicação no Palácio do Povo de Pequim.

“Certamente também esperamos que a imprensa estrangeira respeite as leis e regulamentos chineses. Esperamos que forneçam informações objetivas sobre o que acontecer aqui”, acrescentou.

A China indicou na quinta-feira que não voltará atrás em relação ao controle da internet durante os Jogos Olímpicos, apesar da polêmica provocada por tal anúncio.

Faustão critica Dunga e consolida cultura Pão e Circo

A política do Pão e Circo foi institucionalizada na Roma antiga para controlar possíveis mobilizações da sociedade contra a “ordem” estabelecida pelo Estado. No Brasil, a grande mídia, formada principalmente pela televisão, às vezes adota medidas parecidas com aquelas que os governantes romanos “permitiam” ao povo romano. O povo, pensando que tinha poder de decisão, mandava cortar cabeças e comia pão. Vivia na ilusão de ser parte do Estado, definindo aquilo que não tinha importância alguma para a sociedade.

Exemplo claro desses momentos “Pão e Circo” proporcionado pela televisão foi o desabafo do apresentador Faustão, em seu programa do dia 22 de junho, sobre a atual situação da seleção brasileira de futebol. Em um quadro do programa Domingão do Faustão, que permite aos entrevistados criticar o que quiserem, uma das “pedradas” foi contra o técnico da seleção, Dunga. Faustão parece ter aproveitado a “voz do povo” para falar sobre seu sentimento e o de milhares de brasileiros no empate contra a Argentina. Faustão disse que “só no Brasil um técnico estréia direto na seleção”, se referindo ao fato de Dunga nunca ter treinado nem um time da segunda ou terceira divisão.

Não defendo Dunga, mas acredito que Faustão, ao invés dessas críticas, deveria também tratar de questões mais importantes para a sociedade e que também estão na mídia, como, por exemplo, a criação de um novo imposto, abusos de militares em áreas esquecidas pelo Estado, desmatamento desenfreado da selva amazônica etc etc. Enfim, os jornais estão cheios de assuntos para se comentar, basta começar pelos editoriais e não deixar que a pauta de uma nação seja à base dos acontecimentos do futebol. Um prato cheio para quem é dono de um dos programas com maior audiência do país, e, quem sabe, da televisão mundial.

Assim como criticou diretamente Dunga, Faustão poderia também falar em público o nome dos políticos que votaram a favor da nova CPMF. Poderia também criticar os generais do exército brasileiro responsáveis por abusos, com entrega de pessoas para facções de morros rivais no Rio e as mortes sem explicações de recrutas em exercícios de combate um tanto duvidosos. Mas não. Esse não é o costume do apresentador do Domingão, que baba para os atores globais, mas que não dá nome aos bois quando tece críticas, exceto no seu último programa, com o técnico da seleção. Assim como na política do Pão e Circo, parece que somos donos da situação. Uma total ilusão. Tão poderosos, que, se necessário, derrubamos até o técnico da seleção brasileira. Um assunto tão importante, que merece o “agendamento” da sociedade brasileira, pelo menos é o que parece entender Faustão.

Não contente com seus comentários, em outro bloco, complementou a brincadeira de um entrevistado e disse que “isso é o que acontece com técnico que perde a razão. Vira piada pública.” O que importa é mudar o técnico, vencer da Argentina e botar o melhor do mundo para jogar. Se isso acontece, é graças à democracia. Como no coliseu, é o dedo indicador para baixo e as cabeças rolando. O resto é o resto. Deixemos para os mais esclarecidos, políticos, militares e corporações fazerem o resto. Nós, povo, nos importamos e cuidamos da seleção.

Página 22 publica edição especial sobre comunicação e sustentabilidade, mas só para assinantes, infelizmente

Capa da edição de junho da revista Página 22 A revista Página 22, publicada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, não nega a sua procedência. Com uma narrativa fantástica e cuidado fotográfico exemplar, a edição de junho traz um especial sobre comunicação e sustentabilidade.

Além da entrevista com a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a revista traz, como de costume, uma série de textos críticos sobre as principais questões que envolvem a comunicação no cenário atual brasileiro. Artigos tratam das questões de socioambientalismo na televisão, internet, animação e propaganda.

Em um cenário de reportagens clichês sobre a atuação do governo em assuntos relativos ao meio ambiente, como o desmatamento da floresta amazônica e a produção de bio-combustíveis, e edição especial de Página 22 vem para salvar os leitores com uma abordagem inovadora que mistura o profissionalismo das redações jornalísticas e fundamentação acadêmica.

O site, infelizmente, tem pouco conteúdo liberado. Apenas assinantes podem acessá-los. Uma pena, pela amplitude e importância das pautas tratadas. Conheça o site da revista pelo site www.pagina22.com.br

TV Globo lança site sobre sua história e destaca históricas polêmicas

 

A Rede Globo utiliza cada vez mais a web para disponibilizar seu conteúdo. Depois da reformulação do site do Jornal Nacional, que se adequou ao formato do G1, portal de notícias da emissora, agora quem ganha espaço é o seu centro de Memória.

 

Com campanha publicitária massiva na TV e em revistas, a Globo utilizou o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa para lançar o ambiente que promete disponibilizar, gratuitamente, o material histórico da emissora, que completou 43 anos em 2008.

 

Chama a atenção nos anúncios e na própria capa do site a imagem do polêmico debate entre os candidatos à presidência do Brasil em 1989, o engomadinho Fernando Collor e o “engraxado” Lula.

 

Por todas essas questões, vale pena conferir o conteúdo. Até para conhecer a posição que a emissora adotou ao “explicar” o ocorrido, além de dedicar um espaço para as históricas polêmicas.

 

Segue abaixo um trecho:

 

“O episódio provocou um inequívoco dano à imagem da TV Globo. Por isso, hoje, a emissora adota como norma não editar debates políticos; eles devem ser vistos na íntegra e ao vivo.”

 

Conheça o site no endereço www.memoriaglobo.com.br

A febre amarela da Folha de São Paulo

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Desde o começo dos ataques dos mosquitos “terroristas” da febre amarela eu me questionava se a grande imprensa nacional estava fazendo um bom trabalho sobre o assunto. Sinceramente, acho que não. Creio que o serviço de informação é legítimo, mas estampar o assunto quase como uma epidemia nacional, me parece já estar passando dos limites. Chego a acreditar que as tragédias “comuns”, como acidentes de trânsito, balas perdidas, latrocínios e outras barbáries já começam a se tornar comum entre os leitores, e, logo, um novo inimigo deve ser agendado. Pode parecer exagero, mas está quase igual às ameaças do partido do Grande Irmão, no fabuloso 1984 de George Orwell. O jornalismo tem um nome bem legal para isso. Agendamento, ou seja, a mídia determina a pauta para a opinião pública ao destacar determinados temas e preterir, ofuscar ou ignorar outros tantos. 

Cito esse assunto devido à coluna que o ombudsman da Folha de São Paulo, Mário Magalhães, publicou no domingo, dia 27 de janeiro. Para quem não sabe o que é um ombudsman, segue abaixo a definição do próprio jornal sobre esse profissional: “Mário Magalhães é o ombudsman da Folha desde 5 de abril de 2007. O ombudsman tem mandato de um ano, renovável por mais dois. Não pode ser demitido durante o exercício da função e tem estabilidade por seis meses após deixá-la. Suas atribuições são criticar o jornal sob a perspectiva dos leitores, recebendo e verificando suas reclamações, e comentar, aos domingos, o noticiário dos meios de comunicação.” 

Eu acho legal que um meio de comunicação destine espaço para uma pessoa, de dentro mesmo, para criticá-lo. Por mais que ombudsman seja sempre um ser controverso, ele é o cara que serve para auxiliar leitores e redação a ver que nem tudo que está nas páginas, nas telas ou nas ondas do rádio são sempre verdade, ou, realidade. Segue abaixo a coluna. Muitos outros veículos alarmaram, mas acho que o exemplo da Folha serve para observarmos um certo descontrole da mídia a respeito do assunto.Digitalizei um quadro interessante que só está na versão impressa. Boa leitura.  

Jornalismo febril – Folha de São Paulo – 28 de janeiro de 2008 

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Não cabe ao jornalismo sabujar autoridades, mas não é seu papel alarmar; o tom predominante foi o de escalada

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Se crianças começam a assuntar sobre a vacinação contra a febre amarela, é sinal de que o temor da doença -e da injeção- se disseminou.Não é para menos: no princípio do ano, parcela expressiva do jornalismo sugeriu que o mal ameaça o país. A Folha não ficou de fora. Como se vê ao lado, do dia 8 até a quinta-feira passada o assunto ganhou espaço na primeira página, 14 presenças em 17 dias.

Há mesmo interesse público em saber que houve contaminação em áreas rurais. A morte em decorrência de picada de mosquito na floresta é tão trágica como a de alguém infectado nas cidades. Acontece que desde 1942 não se conhece no Brasil transmissão de febre amarela em reduto urbano. A informação foi veiculada, mas o tom predominante, mostram os títulos da capa, foi o de escalada.Sob uma manchete, o jornal relativizou a opinião do ministro da Saúde: “No dia em que o número de notificações de casos suspeitos de febre amarela no país subiu de 15 para 24, (…) José Gomes Temporão foi à TV fazer um pronunciamento (…) para dizer que não há risco de epidemia”. 

Não cabe ao jornalismo sabujar autoridades, mas não é seu papel alarmar. Quando consultou quem entende, a Folha prestou bons serviços.Na contramão de leigos que proclamavam a urgência de imunização universal, infectologistas a condenaram.Até a quinta, contavam-se dez mortos por febre amarela silvestre, desde 30 de dezembro. Todos a teriam contraído na mata de Goiás. O exagero da Folha em 2008 contrasta com outro, o de 2001, quando os 22 óbitos se concentraram no primeiro trimestre. Em nenhum dia daquele ano a primeira página se referiu à moléstia.Em março, notinha de rodapé com oito linhas noticiou: “Morre a 15ª vítima da febre amarela”. Outra nota anunciara semanas antes as 39 mortes do ano anterior (mais uma se somaria à estatística).Os registros não trouxeram a opinião do então ministro da Saúde, José Serra. Em 2000, nenhum título da capa falou em morte pela doença. 

A Redação discorda: “Os números dos anos recentes justificam a cobertura que a Folha vem dando à febre amarela. Em 2004 e 2005, houve três mortes confirmadas em cada ano; em 2006, foram duas mortes; em 2007, cinco”.“Em 2008, apenas no primeiro mês do ano, já há dez mortes confirmadas (uma delas ocorrida em 30 de dezembro, mas só confirmada agora). Acresce que a Folha tem dado amplo espaço a autoridades e especialistas, com diferentes visões sobre a dimensão do problema. E a única manchete relativa ao tema tratou do pronunciamento do ministro da Saúde em que ele procurava tranqüilizar a população.” 

Não entendi por que os números de 2000 e 2001 não “justificaram” destaque. Sobre isso, minhas perguntas não mereceram respostas.

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Eu torço é para o touro

Eu torço para o touro acertar o toureiro. É verdade. Acusem-me do que quiserem, mas eu não gosto do toureiro. Eu não gosto da petulância dele, olhando uma fera ensangüentada, sem consciência da razão da sua presença em uma arena. Eu não gosto dessa pessoa, nem de qualquer outra, que maltrate animais. Eu os considero covardes.

Não gosto de gente que aprecia ver sangue, especialmente de bichos. Não gosto do sujeito mal amado que assiste uma rinha de galos, cães, ou o que for, e tem orgasmos com o sofrimento de animais. E se nessa diversão estiver envolvido dinheiro, eu festejarei quando o touro estiver de pé e o toureiro, imóvel, no chão.

Mas algo me incomoda mais. São as justificativas que tentam explicar, e parecem quase permitir, que pessoas possam ser covardes e doentes, por admirar a violência entre os bichos, e o pior, usar a palavra cultura como resposta. Eu sei, é uma palavra de significado complicado. Um professor me perguntou sobre ela e eu falei, falei, falei e poderia falar mais, mas não chegaria em algo objetivo, mas defender que a violência possa ser admitida pela “cultura”, ou algo parecido, é algo que vai contra tudo o que eu acredito.

Ora, se for para aceitar violência por causa da cultura, a partir de hoje tomaremos como normal a excisão na África e em outros povos. Uma “cultura” onde mulheres são mutiladas nos órgãos genitais, por outras mulheres, e por razões e métodos que não tenho estômago para escrever aqui. Que acham? Radical demais? Radical também é alguém, pai de família, que trabalha, vai ao banheiro, lava as mãos, gritar: “Vamos, briga!”.

Para finalizar, pior é aquele que deveria abominar, mas acaba patrocinando. Não bastasse a hipocrisia, junte a isso à cegueira, quando o mesmo covarde e doente declara que não percebe práticas de maus-tratos.

Acho que nunca torci tanto para o touro.

O texto acima é uma crítica aos acontecimentos que ocorrem no município de Vale Verde, no Rio Grande do Sul, e em todos os lugares onde a agressão e violência aos animais sejam admitidas, por cultura, diversão ou qualquer outra razão.

 

Saiba mais sobre as atividades do prefeito da cidade nos links abaixo:

Jornal Zero HoraPrograma Globo Rural

O e-mail da prefeitura de Vale Verde é pmvv@viavale.com.br

Giovanni

Prezados leitores…

… é com enorme prazer que inicio esse texto para agradecer a sua visita ao meu primeiro blog. Há mais de seis meses escutei de um colega que, como estudante de jornalismo, era minha obrigação ter um site na web. Então tá…

Com um pouco de atraso ingresso nessa ferramenta fantástica. O que diria Gutenberg se soubesse que um dia chegaríamos aqui? Se imaginasse que o ato de comunicar tornou-se tão rápido e fácil?

Convido os prezados leitores a navegar pelas poucas páginas do site. Por enquanto não há muito, mas prometo abastecer com mais conteúdo sempre que possível. Espero que gostem do ensaio fotográfico da Galeria e do álbum que deixei no Free Music.

Um abraço, espero que gostem e me escrevam para contar o que acharam.

GR