Essa foi enviada pelo bruder Doss. Tirando os problemas que esse fenômeno causa aos atingidos, a ideia, além do lado “positivo” da jogada, é muita divertida.

Enfim, a minha formatura!

agosto 14, 2009

Arte do convite: MARCOS DE PAOLA

É como está escrito lá no início do convite. Seis anos e mais de 50 mil quilômetros percorridos. Não foram poucas as vezes em que eu dormi no trem ou em ônibus e perdi a parada. Mas chegou a recompensa!

Agora é a hora de comemorar. Clique nos links abaixo e veja os mapas para chegar aos locais da festa. Importante. Como ponto de referência, o início é o monumento ao Laçador, em Porto Alegre. Já para a festa, o início é o local da recepção, ok?

Como chegar na Unisinos.

Como chegar na recepção.

Como chegar na festa.

Não esqueça. Confirme sua presença até o dia 23 de agosto pelos telefones (51) 8213.1040 ou 3386.3640. Tem o e-mail também: anapauladarocha@yahoo.com.br

Conheça a minha turma!

agosto 13, 2009

Imagem 154

Clique aqui e veja algumas fotos de momentos muito legais. Vai deixar uma saudade dessa galera…

Agradecimentos no meu TCC!

agosto 12, 2009

AGRADECIMENTOS

 

Primeiramente quero agradecer a minha mãe, Nilse, por toda a parceria com que me acompanhou em toda essa longa jornada. Obrigado pelo incentivo e pela admiração desse curso que agora tenho o orgulho de concluir. Obrigado pelas inúmeras noites que me esperou acordada para ouvir, atenta, as novidades que a faculdade proporcionava a cada livro novo que eu lia; a cada trabalho entregue. Obrigado mãe pelos sacrifícios que você fez em razão da minha educação e da mana. Nós sabemos que não foram poucos. Desculpe pelas tristezas que te fiz passar com as notas ruins do colégio. Obrigado por tudo. Infelizmente não há espaço para escrever e agradecer aqui. Saiba que a tua história de superação para poder estudar, atravessando quilômetros em estradas de terra, no barro, no frio e chuva, me deu força e motivação para que hoje nós comemorássemos essa vitória. Obrigado novamente mamãe. Essa conquista é tua também. Te amo. Agradeço também a minha irmã, Alessandra, pela paciência com que aturou a mim e a minha papelada e a bagunça de livros e todos os outros materiais que foram se acumulando durante o curso. Mana, obrigado por toda a tua cooperação. Dedico também essa conquista ao meu querido pai, Ivan. Obrigado pai. Mesmo um pouco longes, saiba que te amo muito meu velho. Ao Jimi Hendrix, meu cachorro, que muitas vezes teve que me ouvir, assustado, enquanto eu confabulava minhas teorias sobre o jornalismo.  Minha namorada Ana Paula, o melhor presente que a faculdade poderia ter me dado. Obrigado meu amor por tudo o que você transformou na minha vida. Obrigado pelo teu carinho, tua alegria, tua atenção, tua vibração com as minhas conquistas e teu ombro em cada momento difícil que você ajudou a atravessar. Sem você, essa conquista não teria o mesmo gosto. Obrigado meu amor. Te amo. Agradeço também a toda a tua família, especialmente aos meus sogros Vilson e Vera, o meu cunhado “mestre” Vinícius e a Erica, além de tios e primos que acompanharam essa fase da minha vida. A vocês, obrigado por tudo. Obrigado também aos muitos amigos que a Ana me deu e que hoje tenho o prazer de compartilhar esse momento. Abraços especiais para o meu amigo Maurão, minha amigona Thaís e suas famílias. Aos meus amigos eternos e segunda família, Rafael, tio Cláudio, tia Nara e Adriano, me perdoem por ter sumido na fase final da faculdade, mas prometo voltar à ativa agora que essa missão está concluída. Obrigado por tudo o que vocês representam nesses mais de 15 anos de amizade. Aos bruderes da Confraria Bier Und Geschwatz, Doss, Gariba, Gustaf e Paolo, obrigado pela amizade, pela cerveja gelada e sempre bem assada carne de costela. Aos meus colegas de trabalho da Gerdau, minha segunda casa e escola. Dedico esse trabalho a todos os que tive e tenho o privilégio de trabalhar, com quem pude aprender, com aqueles que tiveram paciência com os meus erros. Sou muito grato por toda a experiência que adquiri com cada um de vocês. Por serem muitos não os nomearei aqui, com exceção da minha chefe, Lucila, que me liberou inúmeras vezes permitindo que esse trabalho fosse concluído no prazo. Um agradecimento especial ao Christian, que me recebeu no Rio de Janeiro.  Cara, valeu pela força. Sem a tua ajuda isso seria muito mais difícil. Aos amigos da France Presse, que me receberam de forma indescritível. Dedico também essa conquista a todos meus familiares, em especial à minha tia Vilma, motivadora em todos os momentos da faculdade, e meu tio e padrinho, Ilto e sua família, além de meus avós Fioravante, Adilie, Argeu e Clarinda (in memoriam), além de tios, tias, primos e primas. Ao meu mestre orientador Pedro Osório, obrigado por ajudar no comando dessa nave, por mostrar os caminhos quando eu me perdia. Obrigado por ter contribuído com essa minha conquista. Ao meu primeiro professor de jornalismo, “Zé” Hofmeister, às dezenas de professores, aos muitos colegas e amigos que conheci na faculdade, funcionários da Unisinos, motoristas dos ônibus, dos trens e dos carros que me fizeram cruzar os mais de 50 mil quilômetros necessários para que essa conquista fosse possível. Muito obrigado. Deus, Jesus Cristo e meu santo guerreiro São Jorge, obrigado por toda a força e proteção, a minha e a de todas essas pessoas que tanto amo, enquanto eu me dedicava aos estudos. Por fim, mas não menos importante, ao Mazaropi e o seu personagem, o Jeca Tatu, com um lema fundamental em muitos momentos dessa longa e feliz jornada: Fé em Deus e pé na tábua!

Presentinhos?

agosto 11, 2009

Eu sei, eu sei. Eu mereço isso e muito mais né? Mas se você quer me dar alguma coisa e está com dúvida, não tem erro. ARTIGOS PARA CASA! Sim, depois da formatura abandono a casa da mamãe para realizar voos mais longes. Bom, nem é tão longe… é ali em Little Falls (Cachoeirinha)…

Uma dica:

Tudo o que você pode imaginar que é necessário em uma cozinha, tudo mesmo!!! Quer acertar na cor? Vermelho, preto e branco…

Se ainda assim você tiver alguma dúvida, escreva para anapauladarocha@yahoo.com.br Ela sabe de tudo!

Olha essa galera…

agosto 10, 2009

Quer saber um pouco mais sobre a situação caótica da indústria jornalística norte-americana? O Wall Street Journal disponibilza um gráfico interativo sobre a evolução da crise, desde 2006 até os dias de hoje. Cuidado para não chorar… Acesse o site do WSJ clicando aqui.

A gripe dos porcos

maio 2, 2009

O espetacularismo midiático com notícias apocalípticas é uma atividade comum na imprensa, especialmente quando as matérias de gaveta tornam-se manchetes por dias seguidos nos veículos impressos, online e eletrônico.

Na edição da sua newsletter de ontem, dia 1º, o Knight Center traz um bom texto com links sobre a opinião de estudiosos da mídia sobre como esse devaneio informativo pode ser irresponsável e sem sentido.

Segue abaixo o texto na íntegra. (

Para analistas da mídia, intensidade da cobertura sobre o vírus causa pânico desnecessário

Em pouco tempo, o H1N1 influenza A, nome científico da “gripe suína”, tomou conta dos meios de comunicação em todo o mundo, ganhando destaque também na blogosfera, em redes sociais como o Facebook, e no Twitter. Mas analistas da mídia acreditam que a intensidade da cobertura sobre a doença esteja aumentando o nível de ansiedade da população, diz o Observatório da Imprensa. (Veja a cobertura da imprensa brasileira aqui.)

“Há uma diferença entre manter nossos leitores e telespectadores informados e espetacularizar a história”, diz a blogueira e co-fundadora do Huffington Post Arianna Huffington, segundo o Observatório. “A mídia tende a gostar de cenários apocalípticos, como o da gripe aviária e o do bug do milênio”.

Na Venezuela, o presidente Hugo Chávez acusou os meios de comunicação privados de conduzir de maneira irresponsável o tema, e assim criar “angústia” na pessoas.

Vinicius Torres Freire, colunista da Folha de S. Paulo, critica a cobertura exagerada da mídia brasileira, que levou milhares de paulistanos às farmácias, numa busca sem sentido a “antissépticos e remédios pesados para a gripe”. “Dengue, malária, disenterias que matam milhares devido a condições sanitárias indecentes, atropelamento, facada, tiro -morrer disso, tudo bem. É coisa nossa. Mas um vírus por ora apenas midiático leva multidões às farmácias”, diz Freire em sua coluna, disponível na íntegra apenas para assinantes do jornal.

A opinião de Hamilton Nolan, do Gawker.com, um blog que discute com humor as notícias e as fofocas da mídia americana, é parecida: “há muitas outras doenças mortais por aí, matando pessoas todos os dias”. No México, diz o blogueiro, epicentro do surto e onde o sistema de saúde é muito mais precário que o dos Estados Unidos, “somente 103 pessoas foram mortas” pelo vírus. “É um número bem menor do que o de pessoas mortas pela guerra dos cartéis de droga em Juarez“, diz Nolan, que completa: “É uma reportagem de página B-3 que foi colocada na A-1”.

O frenesi foi tamanho que um exército de repórteres e fotógrafos foi até o pequeno município mexicano de La Gloria, no estado de Veracruz, para falar com o garoto de cinco anos identificado como o “paciente zero” da doença. O menino, a propósito, está saudável (mas ainda sob o microscópio da imprensa mundial).

A Associação Nacional de Jornalistas Hispânicos dos Estados Unidos (NAHJ, por suas siglas em inglês) manifestou em nota preocupação com a cobertura midiática americana sobre o vírus e pediu que os jornalistas informem os fatos de forma mais justa, verdadeira e equilibrada. Para o grupo, há na imprensa uma tentação em ligar imigrantes mexicanos com a propagação da doença nos Estados Unidos, causando ainda mais raiva e violência contra uma comunidade não mais responsável pela disseminação do H1N1 do que turistas americanos retornando de suas viagens de férias no México.

E você, o que acha da cobertura da mídia sobre o vírus H1N1?

A Lei de Imprensa foi revogada ontem, dia 30, pelos ministros do STF. Agora, veículos de comunicação e jornalistas serão responsabilizados de acordo com a Constituição e o Código Penal.

Mas ao que parece as mudanças não trarão melhoras significativas, pelo menos é o que aponta a parcial na enquete realizada pelo site Observatório da Imprensa. A pergunta ” O fim da Lei de Imprensa
pode tornar a mídia mais responsável?” foi respondida, até o momento, por mais de 70% de votantes como não.

F alta agora ao Supremo definir a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para os profissionais que atuam na área. Com o avança da especialização em todas as áreas do conhecimento, imaginar que isso não seja necessário é uma ofensa à categoria.

Coisa de brasileiro?

maio 1, 2009

Para aqueles que acham que novela é coisa de brasileiro, “Sinhá Moça”, produção da TV Globo, estreiou na última terça-feira, dia 27, no Canadá. O grupo de mídia canadense OMNI Television, sistema de televisão da Rogers Communications, já exibiu as séries “Sete Mulheres” e “Amazônia”, além das novelas “O Clone” e “Senhora do Destino”.

Será que bate os mesmos recordes de audiência dos realizados aqui?

As informações são do site Tela-Viva